we were born to die
Tão envergonhada, tão confusa. Eu estava quebrada e ferida.
Agora sou uma guerreira. Agora tenho uma pele mais espessa. Sou uma guerreira!
Estou mais forte do que jamais fui e minha armadura é feita de aço, vc não pode entrar nela. Sou uma guerreira e vc nunca poderá me machucar novamente...
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Quem diz que água não tem gosto, não conhece o sabor de uma lágrima.”
Otávio L. Azevedo (via reverenciador)
De repente você percebe que não faz mais a mesma falta que fazia antes, que não agrada mais tanto quanto você achava que agradava, e isso dói. Nossa, isso dói muito. Dói porque nunca esperamos um fim de algo que nos faz tão bem, nunca esperamos um dia viver sem aquilo que nos motiva e quando perdemos o amor, nós nos perdemos.”
O Pequeno Bob. (via inverbos)
Eu não sou o tipo preferido de ninguém.
Eu tô aqui, sabe? Pra conversar, brigar, rir, fazer loucuras. Não precisa me contar o que aconteceu ou porque você tá mal. Só me deixa tentar colocar um sorriso no seu rosto.”
Vinícius Kretek.     (via inverbos)
amor mesmo é loucura. é o caos em si. não é organizado, respeitoso. é suicídio. é a ameaça de morte em meio aos beijos. é o tapa na cara e a admiração dos hematomas. é preferir o grito fervoroso à frieza silenciosa. é a safadeza no meio dos eu te amos. é ciúmes, angústia. é odioso e vermelho. é o próprio inferno. é calor demais, é vingança, é toma-lá-da-cá. é o sangue nos lábios, é a brancura do pulso, são os cachos no cabelo, é copo quebrado. tinta pingando, açúcar granulado. é a raiva e a tristeza e a felicidade mútua. é tudo e nada. é 8 ou 80.”
Não quer falar comigo não fale, mas não venha atrás de mim depois.”
Tati Bernardi.  (via poematizei)